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Fora de campo, o Botafogo obteve uma importante vitória nesta quinta-feira. O Glorioso – por 12 votos a 1 – garantiu sua permanência no Ato Trabalhista, em vitória diante do recurso de agravo regimental pedindo a revogação do Plano por partedo advogado Theotonio Chermont, representante dos ex-atletas do clube Renato Silva, Iran e Túlio Lustosa. O Órgão Especial do Tribunal Regional do Trabalho (TRT-RJ) manteve a decisão que permite ao Botafogo pagar as suas dívidas trabalhistas no espaço programado pelo Ato de 10 anos.

Na votação, doze dos treze desembargadores concordaram que a manutenção do Botafogo no Ato representava a prevalência dos interesses coletivos sobre os individuais dos ex-atletas. Eles invocaram o Artigo 50 da Lei do PROFUT, assegurando a constitucionalidade aos Atos instituídos pelos Tribunais Regionais do país.

Lembrando que o Ato Trabalhista foi uma das conquistadas da gestão do então presidente do Botafogo, Carlos Eduardo Pereira, logo no seu primeiro ano de mandato. Com o programa, o clube consegue parcelar sua dívida trabalhista e arcar com as despesas mensais provenientes do acordo em relação as dívidas.

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